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16.7.14


19.6.14


19.5.13





















 coisas opostas me assaltam aqui no fcbk sobre a atriz mega famosa q tirou os peitos. horrorizados protestam e outros até xingam a moça enquanto o marido hiper galã profere: é uma heroína. entre a polêmica e a propaganda há moralistas, oportunistas, cientistas, todos  tirando uma casquinha. até poetas. ah, eu já quis ter uma filha chamada angelina. J

21.11.10

a quem bem

não fazer o bem
sem olhar a quem

olhar bem a quem
fazer o bem

porque é bem 
mais difícil
fazer o bem
do que não fazer
o bem


23.6.10


LEMBRANÇA
a praça está vazia,
poeta: quem diria
que os dias não
trariam sua glória
(nem amélias nem 
patrícias muito menos
louras helenas)
você ainda é só, poeta
cada dia mais vivo,
nas antenas do desconhecido.


a imagem acima é uma derivação do "poema cartaz de agitação", de philadelpho menezes.


30.4.10

2.9.09

esse blogue mudo

e, ainda assim, essa 
partitura


De: Salomão:: Para: Edgard
SALOMAR DESBRAGADO
S A L  Ó  B R A G A
SSSSS S A L  SSSSSSSS AL
Ahhhhh,   o   MAR
AH!   há   mar
SAL O M A R
B  R   A    G   A
AMAR BRAGA
Edgard, SARAVÁ!




Um pescador desbragado joga a isca
Pra noite do mar unir
Salomão e Edgard
num dito:
“Não se pesca trutas a bragas enxutas”


15.7.09

d e s e j a d a

e n c o m e n d a d a

p i n t a d a

a d q u i r i d a

e n c o b e r t a

v e n d i d a

d e s a p a r e c i d a

c o m p r a d a

c a m u f l a d a

e x p o s t a

p r o i b i d a

c u l t u a d a

a f a m a d a


3.7.09

A B H

mais q qual
quer outra
cidade q
me acolhe
a minha
é você (se
assim posso
chamá-la
em versos
livres ou
prosa corrente{
você me prende
me faz}
minar em
mim lembrança
e saudade
de tempos
ancestrais :)
uma outrora
hoje presente
FELICIDADE

19.2.09

NENHUMAL





não e nem sempre

todo fim segue um começo:
tem coisa na encruzilhada
tem estrada paralela

e

num castelo
a pureza
é brinquedo
de menino

viciado
em novidade

entremeios de tocar

sem tristeza da posse

nenhumal
nenhumano
- desejar o desejo





2.8.08

PERVERSÃO

Nós para-somos.

É isso mesmo,

meu amor seja Qual for

a extravagância

o transtorno, a desordem;

(vício, depravação,

Desregramento?)

ou excessivo rigor ,

Puríssimo!!!!

o desvario:

A VER, A TER, QUAL SER.

Miragem do UM

Porque NUNCA

Somos, tudo é, para-

-ser, para-esser

- Eu o digo,

Tomo por mim,

UmA

QUALQUER:

mulher.

26.6.08

À CONTRA-FOGO

um ideograma junino

{chamas e nem ouves um quase verso desta fogueira toda cinza ao vento
/tensão contínua em direção ao nada/ mergulho falso em mar dilacerado/ e com as mãos pensas segues vagaroso/ não vendo o que é oferecido ao largo/ como a nenhum olho é dado perceber
(que dor nem riso valem o esquecer) }




10.5.08



EXCESSO

o amor é (im) preciso - poço?

é hora de correr a lágrima que sabe o sal dos nós mil acres: puta, cadê a culpa? Que ele te pague e te proteja e nos perdoe ( mesmo assim) deste passado aqui comigo: só um aparte - é de qual lado? respostas, folhas farfalham numa velocidade surda que nem deixa acontecer:

3.5.08





7.4.08

VERBETE

Distrair

é fazer ir

para diferentes

lados

separar

dividir

a força dos inimigos

Sua pontaria falha

Desatenta

Desencaminhada

Um desvio

Um ruído

Um ardil

Pensamento afastado

Ocupação prazerosa

Pronominal diversão

rasgas

partes

retalho

fragmento

: dissolução

27.3.08

~~

18.2.08

ORA, ORA

TUDO PASSA

QUANDO ISSO

PASSAR

O tempo

A noite

Cada segundo

Passa

Assim vai

E passa

Quando passar

Depressa

Ou de

Vagar:

Passar

Quando

Passou

Em

quantA

paz

em

canto

algum

16.2.08

graça &

12.2.08

metamorfose



Ao inseto

Só sobrara

A lembrança

de Um R u í d o

e c o I n s e r t o

S o m d e A s a

11.2.08

angelical




















(desenho e foto: santa live, alex sena)

APENAS,


as duras penas da lida:

penas dessa nossa escrita

tecido penoso

quase

trama-enredo

viagem onde há penas a cumprir

voragens que penamos descobrir

- saber das asas o vôo

conhecer os perigos do céu

nas dores do pássaro

nas alturas dos anjos

o desejo apenas

nem medo

culpa nada

só as penas dessa cama

a pena do pavão

a pena de nós

que voamos ao chão

aves sem paraíso

deserdados depenados

ao sabor do vento

ao risco de aprender amar

no trapézio

equilibra

feito pena

e voa:

suas asas

falsas

fazem dela

mais

pássaro:

pura fantasia

e sonho

- vivo em nós