Difícil descrever a experiência de participar do espetáculo NEM UMA ÚNICA LINHA SÓ MINHA, que reuniu Ricardo Aleixo, Benedikt Wiertz e Alexandre Tripiciano no palco ontem, sábado, o7 de junho. Além do show de sincronia sonora e visual, a beleza da elaboração dos sentimentos e da técnica poética só confirmam o oriki para cantar: "tudo começa e acaba na cabeça".
OGUNHÊ!
